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Posts de Dezembro 17th, 2007

Convocatória do BID para Pequenos Projetos de Desenvolvimento Cultural

Publicado por cooperar em Dezembro 17, 2007

O Centro Cultural do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lançou sua convocatória para propostas de ajuda financeira a pequenos projetos de desenvolvimento cultural.

As solicitações deverão ser enviadas antes do dia 31 de janeiro de 2008 às representações do BID nos 26 países da América Latina e Caribe.
As doações oscilam entre U$ 3.000 e U$ 7.000O e só poderá receber uma única vez. Se outorgará em base ao cumprimento de uma necessidade local, da contribuição a valores culturais, do estímulo de uma atividade econômica e social de forma nova e bem-sucedida, do apoio à excelência artística, e da contribuição ao desenvolvimento juvenil ou comunitário.

Para mais informação visitar:

http://www.iadb.org/NEWS/articledetail.cfm?artid=4078&language=Sp

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Concurso Experiencias en Innovación Social

Publicado por cooperar em Dezembro 17, 2007

La Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL), con el apoyo de la Fundación W.K. Kellogg, abrieron la cuarta convocatoria del concurso Experiencias en Innovación Social, con el objetivo de identificar iniciativas innovadoras en el área de desarrollo social. El primer premio será de 30 mil dólares. La fecha de cierre es el 25 de enero de 2008.

Podrán participar gobiernos regionales, departamentales, provinciales y municipales, asociaciones comunitarias, comunidades religiosas, organizaciones no gubernamentales y otras instituciones del sector privado sin fines de lucro que trabajen en alguno de los países de América Latina y el Caribe miembros de la CEPAL.

El concurso está destinado a aquellos proyectos que postulen experiencias novedosas en el área de salud comunitaria, educación básica, programas de juventud, generación de ingresos, responsabilidad social corporativa, voluntariado, desarrollo rural-agrícola y seguridad alimentaria-nutrición. Los proyectos participantes deberán estar vigentes y poseer al menos 2 años de trabajo de campo.

El primer premio es de 30.000 dólares, el segundo de 20.000, el tercero de 15.000 y el cuarto y el quinto de 10.000 y 5.000 dólares respectivamente.

Los formularios para la postulación están disponibles en el sitio web de la CEPAL.

Para más información visitar:
www.cepal.org/dds/Innovacionsocial
 

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Becas de la Fundacion de la Compañía HJ Heinz

Publicado por cooperar em Dezembro 17, 2007

El Programa de Estudios Globales del Centro de Estudios Internacionales de la Universidad de Pittsburg abre la convocatoria para becas de investigación de la Fundación de la Compañía J Heintz. La fecha límite para aplicar es el 3 de marzo de 2008.

Las becas incluyen un año de educación práctica y profesional a través de la Universidad de Pittsburg en Pensilvania, Estados Unidos. Serán otorgadas a aquellas personas que se encuentren en países en vías de desarrollo que hayan demostrado tener potencial como líderes futuros en el gobierno y en instituciones privadas o sin fines de lucro.

El programa comienza el 1º de agosto del 2008 y se extiende hasta el 31 de julio de 2009.

Para más información visitar:
http://www.ucis.pitt.edu/global/heinz/index.html

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Crítico ataca aura de santidade das ONGs

Publicado por cooperar em Dezembro 17, 2007

Como combater a tentação de se considerar o salvador do Terceiro Mundo.

“As ONGs sérias têm de denunciar as que são na verdade puras empresas”, diz Jordi Raich, a voz crítica da santidade das ONGs, autor de “El Espejismo Humanitario”

Maricel Chavarría

Todo ato solidário não deixa de ser um ato egoísta. Os profissionais da cooperação experimentam com freqüência uma grande satisfação ao voltar de uma temporada em campo, e entram em crise: acreditam ter encontrado seu lugar no mundo e, ao deixá-lo, se vêem deslocados. Se além disso esse trabalho traz consigo o agradecimento dos beneficiários e um reconhecimento social, o espírito crítico pode diminuir.

Os profissionais da cooperação têm muito presente essa combinação de fatores, por isso as ONGs destinam muitos recursos às entrevistas psicológicas com os candidatos para garantir que seu perfil não seja executivo demais nem assistencialista demais. E sobretudo que tenham certa estabilidade. No entanto, o magma de ONGs cujos líderes são amadores da boa vontade obscurece o panorama. O último escândalo no setor, protagonizado no Chade pela ONG francesa que tentava tirar do país uma centena de crianças com o fim de salvá-las, indica que as boas intenções, combinadas com a onipotência, têm resultados inaceitáveis.

“Você pode ser um bom líder, mas sem espaços de reflexão e pessoas ao seu redor que o questionem e o façam crescer, você estagna em sua dinâmica”, diz Ignasi Carreras, diretor do Instituto de Inovação Social, que forma líderes de ONGs. “Os especialistas dizem que um bom líder da cooperação o é entre sete e dez anos. A partir daí sua rentabilidade diminui. Como líder de uma ONG, não é conveniente que prolongue seu cargo além de uma década, porque impede a entrada de gente nova, com um novo olhar”, acrescenta o ex-diretor da Intermón Oxfam.

Os líderes e colaboradores com personalidade prepotente e atuações duvidosas abundavam em uma etapa pioneira da cooperação, explica Carreras. “A recompensa nas ONGs não é econômica: é que sua causa avance. A identificação com a causa é tão grande que se você a deixar sente que deixa a si mesmo, que deixa de ser”, indica Carreras.

Isso ocorre quando há uma combinação de fatores: que haja uma fonte de inspiração, seja política, social, espiritual… que as causas pelas quais se trabalha progridam, isto é, que valham a pena; que as pessoas com as quais se realiza a atividade o enriqueçam e, finalmente, que se obtenha reconhecimento social.

“Milhares de colaboradores iniciam com a intenção de fazer o bem e no princípio sentem que ajudam a melhorar a vida das pessoas. Mas depois começa-se a indagar se serve para algo alimentar uma família em Darfur cercada de 400 mil pessoas que não se pode ajudar, e percebe-se que o problema é muito maior do que distribuir bolachas ou sandálias, e sente-se frustração. No entanto, ao voltar, sua sociedade o faz sentir-se um herói. Todos o elogiam, o que o faz sentir-se melhor consigo mesmo. E por que não, se outros sentem satisfação fazendo o mal? Mas é discutível.” Quem fala assim é Jordi Raich, a voz crítica da santidade das ONGs, autor de “El Espejismo Humanitario” [A ilusão humanitária].

“Há de tudo no mundo da cooperação: os que se iniciam por crença religiosa; os que pensam que querem levar uma vida alternativa à sociedade de consumo; esses são os utópicos que querem mudar o mundo. Também há os que depois de 20 anos num escritório se cansam e se inscrevem porque idealizaram, e muitos outros que fogem de fracassos matrimoniais, profissionais…”, explica Raich.

Da Arca de Zoé -a ONG apanhada no Chade- se desconhece se esconde uma ação humanitária mal compreendida, de gente ingênua que foi enganada por locais; se aplicou a premissa fundamentalista solidária de faça o que fizer, algo fica, ou se se trata de um puro negócio. Para Raich, “existem máfias e grupos disfarçados de ONGs que operam com adoções, tráfico de órgãos ou financiam grupos terroristas”. “Há uma série de organizações que aproveitam essa aura de santidade que demos às ONGs”, acrescenta.

“Tudo indica” , conclui Raich, “que cedo ou tarde a ilusão humanitária explodirá. As ONGs que se consideram sérias e transparentes, das quais se exigem garantias, deveriam ser as primeiras a denunciar esses casos e, no entanto, são as últimas, porque acreditam que, tratando-se de outra ONG, não podem opinar. Mas até que interfiram no assunto os escândalos se sucederão. A imagem de santidade será estilhaçada. E me alegro: isso deve se transformar em uma profissão, um trabalho. A proliferação de ONGs vai em detrimento das vítimas que se pretendem ajudar. Recursos são desperdiçados. O Estado deve não só registrar e auditar, mas fazer uma regulação de qualidade.”

“Aceite que não pode fazer tudo”
“Não julgamos as razões pelas quais as pessoas querem trabalhar na Médicos Sem Fronteiras. Há muitos fatores, mas tentamos ver se suas expectativas são realistas e se entenderam bem o que é a MSF, pois muitas vezes se idealiza esse trabalho. As emergências são duras, tem-se muita responsabilidade e é preciso agüentar a pressão.” Teresa Murray, responsável por recrutamento e seleção de pessoal da MSF, explica que a entidade mudou seu sistema: se antes insistia nos compromissos e valores, agora, sem esquecê-los, se baseia mais na competência.

“É mais eficaz medir a atuação do indivíduo no grupo, reflete mais as circunstâncias do terreno que uma entrevista e reduz o risco de enviar alguém que não se enquadre”, diz Murray. Se uma personalidade prepotente passar no primeiro teste, depois há uma entrevista intensiva com o grupo na qual ela é observada. Já em campo o colaborador humanitário é avaliado a cada seis meses por seu supervisor.

Segundo Carla Uriarte, coordenadora de apoio social das equipes da MSF, uma mensagem chave para os candidatos é: aceite seus limites. “A onipotência de ‘vou salvar o mundo’ acontece com as pessoas menos experientes, mas o terreno é um banho de humildade”. Não aceitar que a ajuda humanitária é limitada causa estresse, acrescenta Uriarte. “Mesmo que morram crianças, é preciso continuar dormindo e comendo, do contrário você começa a cometer erros.”

Para ler o original em espanhol e mais dicas e comentarios
http://www.magdabandera.com/es/hemeroteca/071004periodico.htm

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